Esse é um post de utilidade publica. Repassem. Eu não tinha essas informações, e se tudo der certo (e vai dar!!) essa informação vai me ajudar muito nos quatro primeiro meses de nascimento do bebê. Vai me trazer a tranquilidade que eu preciso para curtir o puerpério!
Se você trabalhou com carteira assinada e/ou contribuiu com o INSS, mesmo que esteja desempregada você pode requerer o salário maternidade depois que seu bebê nascer.
Isso mesmo! Muitas mulheres não tem essa informação, eu também não tinha.
Meu primeiro registro na carteira profissional foi quando eu tinha 14 anos. Trabalhei depois disso, algum tempo sem registro, outro bom tempo como estagiária, e no final das contas, contribuí ao todo durante quase 14 anos para a Previdência Social.
Alguma amiga me deu a dica: vai atrás do salário maternidade. Cabeça de grávida, agora não me lembro quem foi (obrigada!!!!!!). Liguei cinco vezes no 135, que desespero! Só informações desencontradas. Cada atendente dizia uma coisa. Conversei com um amigo vereador, que me indicou uma assistente social que trabalha na sessão de assistência ao trabalhador na prefeitura da minha cidade e saberia me dar a informação correta. E foi através dessa assistente social que eu tive as informações corretas. Então aproveito pra dividir aqui com vocês.
Se você está desempregada há no máximo 24 meses (entre a data de desligamento do ultimo emprego e do nascimento do bebê) você tem direito a receber quatro meses de licença maternidade no valor integral que você recebia no seu ultimo emprego.
Se você está desempregada entre 24 e 36 meses (entre a data de desligamento do ultimo emprego e do nascimento do bebê) e você contribuiu por dez anos ou mais para a previdência social, você tem direito a receber quatro meses de licença maternidade. Atenção: precisa ter solicitado o seguro desemprego e apresentar o formulário! O valor será calculado pelo INSS e pela informação que eu obtive hoje em uma agência, será 80% da média dos 180 melhores salários que você recebeu. Esse cálculo é meio nebuloso, porque não seria justo usar um salário de 10 anos atrás (sem juros e correção) para compor uma média não é? Tenho esperança que esses valores sejam corrigidos.
Em ambos os casos é preciso esperar o nascimento do bebê para dar entrada no pedido de salário maternidade.
É uma informação que não é clara e amplamente divulgada, e que eu penei bastante pra conseguir. Depois que eu der entrada, eu conto pra vocês se o cálculo é esse mesmo que me informaram ou se é diferente.
Torcendo pra dar certo! Afinal não vou doular enquanto estiver amamentando exclusivamente e em livre demanda, e se tudo der certo (e vai dar!) é justo que tantos anos de contribuição para a Previdência Social me ampare neste momento!
Se você trabalha na previdência e souber completar este post com mais informações, envie um email para giseleleal@mulheresempoderadas.com.br
Ajudem a divulgar essa informação! É um direito de toda mulher que contribuiu com a Previdência 😉

