Por Gisele Leal
Algumas semanas atrás, Gisele Budchen causou o maior reboliço na mídia porque declarou que amamentar até 6 meses deveria ser obrigação, deveria virar lei.
Eu concordo com ela. Está provado que crianças que amamentam exclusivamente (exclusivamente, sem água, sem chá, sem suquinho, sem frutas) até o sexto mês, são mais saudáveis e raramente contraem infecções, especialmente as respiratórias. Além disso tornam-se crianças mais seguras, independentes e afetivas.
Isso vai de encontro com o que o governo está tentando aprovar: a licença obrigatória de 6 meses. Eu além de mãe de três, também trabalho fora. Sou funcionária de uma multinacional inglesa, porém minha chefe fica sediada nos EUA (onde licença maternidade e amamentação praticamente não existem).
Mês que vem volto ao trabalho. Emendei alguns dias de férias pendentes, mais 15 dias de atestado do pediatra para amamentar e ainda tenho mais 20 dias de férias para assinar… Entretanto quando voltar, ela ainda não terá completado 6 meses. Ou seja: terei que interromper a amamentação ao menos durante o período que estarei fora. Não vejo grandes problemas nisto, pois amamentei meus outros dois filhos mesmo trabalhando fora. Gostaria de ter amamentado até os 2 pelo menos, mas o Arthur largou o peito sozinho com um ano e meio e a Beatriz, eu não tinha todo o conhecimento que tenho hoje (há 12 anos atrás). Acabei desmamando-a com 1 ano.
Só que agora, detentora de toda informação e conhecimento que tenho, além da maturidade e experiência que adquiri com a 3a gestação, DESEJO AMAMENTAR EXCLUSIVAMENTE até o 6o mês. E aí, como farei? A OMS recomenda, o Ministério da Saúde também. Mas ainda não há lei que apoie a amamentação exclusiva até o 6o mês.
Fico aqui, junto a milhares de outras mães que desejam o mesmo, torcendo para que aprovem logo a extensão da licença maternidade até o 6o mês. Ou então, que seja criada uma licença amamentação para mamães que comprovadamente amamentam seus filhos exclusivamente. Quem sabe assim, separando as duas licenças, conseguimos aumentar o número de bebês em aleitamento exclusivo até o 6o mês?
Algumas semanas atrás, Gisele Budchen causou o maior reboliço na mídia porque declarou que amamentar até 6 meses deveria ser obrigação, deveria virar lei.
Eu concordo com ela. Está provado que crianças que amamentam exclusivamente (exclusivamente, sem água, sem chá, sem suquinho, sem frutas) até o sexto mês, são mais saudáveis e raramente contraem infecções, especialmente as respiratórias. Além disso tornam-se crianças mais seguras, independentes e afetivas.
Isso vai de encontro com o que o governo está tentando aprovar: a licença obrigatória de 6 meses. Eu além de mãe de três, também trabalho fora. Sou funcionária de uma multinacional inglesa, porém minha chefe fica sediada nos EUA (onde licença maternidade e amamentação praticamente não existem).
Mês que vem volto ao trabalho. Emendei alguns dias de férias pendentes, mais 15 dias de atestado do pediatra para amamentar e ainda tenho mais 20 dias de férias para assinar… Entretanto quando voltar, ela ainda não terá completado 6 meses. Ou seja: terei que interromper a amamentação ao menos durante o período que estarei fora. Não vejo grandes problemas nisto, pois amamentei meus outros dois filhos mesmo trabalhando fora. Gostaria de ter amamentado até os 2 pelo menos, mas o Arthur largou o peito sozinho com um ano e meio e a Beatriz, eu não tinha todo o conhecimento que tenho hoje (há 12 anos atrás). Acabei desmamando-a com 1 ano.
Só que agora, detentora de toda informação e conhecimento que tenho, além da maturidade e experiência que adquiri com a 3a gestação, DESEJO AMAMENTAR EXCLUSIVAMENTE até o 6o mês. E aí, como farei? A OMS recomenda, o Ministério da Saúde também. Mas ainda não há lei que apoie a amamentação exclusiva até o 6o mês.
Fico aqui, junto a milhares de outras mães que desejam o mesmo, torcendo para que aprovem logo a extensão da licença maternidade até o 6o mês. Ou então, que seja criada uma licença amamentação para mamães que comprovadamente amamentam seus filhos exclusivamente. Quem sabe assim, separando as duas licenças, conseguimos aumentar o número de bebês em aleitamento exclusivo até o 6o mês?

